Stuffed Puppet Theatre Holanda
Punch & Judy in Afghanistan
MUSEU DA MARIONETA
4 de Maio às 22h (Sexta) | 5 de Maio às 21h30 (Sábado)
Concepção, encenação, marionetas e actor-manipulador: Neville Tranter Assistência na criação: Tim Velraeds Fotografias: Mathias Friedrich, Wim Sitvast Técnica: Marionetas de luva Idioma: Inglês Duração: Aprox. 60 min. Público-alvo: M/12
Neville Tranter, um dos grandes mestres do teatro de marionetas mundial está de regresso, após o êxito do seu espectáculo “Vampyr” no Teatro Nacional D. Maria II, no âmbito da nona edição do FIMFA. Desta vez apresenta a sua última criação e vai levar-nos até ao Afeganistão, com uma versão contemporânea e revolucionária do “Punch and Judy” inglês. Uma aventura que mistura cinismo e humor, onde a interacção entre o actor e a marioneta é mais uma vez impressionante: não sabemos quem manipula quem.
“Punch & Judy in Afghanistan” relata a história do marionetista Nigel, que foi ao Afeganistão para entreter as tropas aliadas. O seu assistente Emile quer fazer um passeio turístico montado a camelo. O flash da máquina fotográfica de Nigel assusta o camelo, que foge em pânico com Emile às costas. Desaparecem na direcção de Tora Bora. A busca de Nigel pelo seu assistente leva-o até Tora Bora, onde conhece Punch Bin Laden e a sua sanguinária mulher. Nigel encontra-se em grande perigo, mas sobrevive e descobre o que aconteceu a Emile.
Virtuosidade, poder e humor avassalador, Neville Tranter e as suas extraordinárias marionetas... Cada espectáculo propõe uma visão do mundo corrosiva, cómica e trágica, com uma infinita ternura pelos “deslocados”, os frágeis, os deixados por sua conta e risco. Imperdível!
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Mireille & Mathieu Bélgica
ARM
MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL
5 de Maio às 21h30 (Sábado) | 6 de Maio às 18h (Domingo)
Criação, encenação e interpretação: Kathleen Wijnen, Erik Bassier Música: Helder Deploige Técnicos: Karel Van Kelst / Joz De Coninck Co-produção: Het Huis van Alijn Fotografias: Pascal Pérennec Técnica: Teatro de objectos Idioma: Inglês e português (algumas palavras) Duração: 60 min. Público-alvo: M/8
2 performers, 400 brinquedos e objectos em 60 minutos de um caos surreal e hilariante.
Mireille & Mathieu são muitas vezes apelidados de “punks das marionetas” e gostam muito de serem assim chamados… Uma coisa é certa, não tentam ser politicamente correctos e os seus espectáculos são uma verdadeira experiência visual e radical, com um humor excessivo que revela a humanidade actual, com todas as suas virtudes e defeitos.
ARM significa simultaneamente “pobre” e “braço” em flamengo.
ARM é teatro visual (quase) sem palavras.
ARM
MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL
5 de Maio às 21h30 (Sábado) | 6 de Maio às 18h (Domingo)
Criação, encenação e interpretação: Kathleen Wijnen, Erik Bassier Música: Helder Deploige Técnicos: Karel Van Kelst / Joz De Coninck Co-produção: Het Huis van Alijn Fotografias: Pascal Pérennec Técnica: Teatro de objectos Idioma: Inglês e português (algumas palavras) Duração: 60 min. Público-alvo: M/8
2 performers, 400 brinquedos e objectos em 60 minutos de um caos surreal e hilariante.
Mireille & Mathieu são muitas vezes apelidados de “punks das marionetas” e gostam muito de serem assim chamados… Uma coisa é certa, não tentam ser politicamente correctos e os seus espectáculos são uma verdadeira experiência visual e radical, com um humor excessivo que revela a humanidade actual, com todas as suas virtudes e defeitos.
ARM significa simultaneamente “pobre” e “braço” em flamengo.
ARM é teatro visual (quase) sem palavras.
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03 Espectáculos
TAMTAM Objektentheater Holanda
Smart as a Donkey - Esperto como um burro
CENTRO CULTURAL DE BELÉM - Sala de Ensaio
9 a 11 de Maio às 11h (Quarta a Sexta)
12 de Maio às 15h30 (Sábado)
13 de Maio às 11h30 (Domingo)
EXTENSÕES
Teatro Municipal da Guarda - Guarda 5 de Maio às 21h30 (Sábado)
O Espaço do Tempo - Montemor-o-Novo 19 de Maio às 16h (Sábado)
Ideia, história e actores-manipuladores: Gérard Schiphorst, Marije van der Sande Cenografia, vídeo e música: Gérard Schiphorst Assistência de cena: Wim Meuwisse Apoio à cenografia: Floor Schiphorst Assistente de encenação: Lisa Schiphorst Assistente de oficina: Ruud Verkek Costura: Rosa Marije van der Sande, Harriët Ooiman, Susan Siebenga Técnico de Isadora: Neal Lewis Burros: Senger Tierpuppen Apoios: Provinvie Overijssel, Gemeente Deventer Técnica: Teatro de objectos Idioma: Sem palavras Duração: Aprox. 60 min. Público-alvo: M/6
É a terceira colaboração da companhia com o escritor, poeta e pintor Wim Hofman. Um espectáculo em que o teatro de objectos revela a história comovente de uma personagem muito especial, um burro que procura instruções para a vida.
Quando fazemos alguma coisa mal feita ou nos enganamos, há sempre alguém que nos diz: “és estúpido como um burro!” Mas os burros não são estúpidos, apenas têm de descobrir como as coisas funcionam… porque crescer não é fácil…
O nosso pequeno burro decide que vai descobrir como é o mundo. Claro que se vai meter em grandes problemas e tem de usar toda a sua esperteza para se salvar.
Smart as a Donkey - Esperto como um burro
CENTRO CULTURAL DE BELÉM - Sala de Ensaio
9 a 11 de Maio às 11h (Quarta a Sexta)
12 de Maio às 15h30 (Sábado)
13 de Maio às 11h30 (Domingo)
EXTENSÕES
Teatro Municipal da Guarda - Guarda 5 de Maio às 21h30 (Sábado)
O Espaço do Tempo - Montemor-o-Novo 19 de Maio às 16h (Sábado)
Ideia, história e actores-manipuladores: Gérard Schiphorst, Marije van der Sande Cenografia, vídeo e música: Gérard Schiphorst Assistência de cena: Wim Meuwisse Apoio à cenografia: Floor Schiphorst Assistente de encenação: Lisa Schiphorst Assistente de oficina: Ruud Verkek Costura: Rosa Marije van der Sande, Harriët Ooiman, Susan Siebenga Técnico de Isadora: Neal Lewis Burros: Senger Tierpuppen Apoios: Provinvie Overijssel, Gemeente Deventer Técnica: Teatro de objectos Idioma: Sem palavras Duração: Aprox. 60 min. Público-alvo: M/6
É a terceira colaboração da companhia com o escritor, poeta e pintor Wim Hofman. Um espectáculo em que o teatro de objectos revela a história comovente de uma personagem muito especial, um burro que procura instruções para a vida.
Quando fazemos alguma coisa mal feita ou nos enganamos, há sempre alguém que nos diz: “és estúpido como um burro!” Mas os burros não são estúpidos, apenas têm de descobrir como as coisas funcionam… porque crescer não é fácil…
O nosso pequeno burro decide que vai descobrir como é o mundo. Claro que se vai meter em grandes problemas e tem de usar toda a sua esperteza para se salvar.
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03 Espectáculos
Yael Rasooly Israel
Paper Cut
MUSEU DA MARIONETA
9 e 10 de Maio às 21h30 (Quarta e Quinta)
Criação e interpretação: Yael Rasooly Texto: Yael Rasooly, Lior Lerman Cenografia: Yaara Nirel, Lior Lerman Desenho de som: Binya Reches Desenho de luz: Adam Yakin Fotografias: Boaz Zippor Criado com o apoio de: Train Theater (Jerusalém), Rabinovich Foundation for the Arts Técnica: Teatro de objectos e papel Idioma: Inglês Duração: 50 min. Público-alvo: M/12
Inspirado no cinema americano e nas estrelas de Hollywood dos anos 40, este espectáculo a solo de Yael revela a obsessão e os perigos das fantasias românticas. A linguagem do cinema a preto e branco é transformada no universo “low-tech” do papel recortado e do teatro de objectos, criando uma tensão surreal, cheia de humor e suspense.
Uma secretária solitária fica no escritório, depois de todos terem ido para casa. Tenta escapar ao seu aborrecido dia-a-dia, trazendo à vida fotografias a preto e branco de velhas revistas de cinema. Perde-se no mundo dos sonhos, onde é uma glamorosa estrela de cinema dos anos 40, que fica com o seu amor verdadeiro no final do filme. Enquanto a história se desenvolve entre fantasia e realidade, o seu conto de fadas romântico transforma-se num pesadelo Hitchcockiano!
“Paper Cut” tem feito uma carreira assinalável pelos mais diversos festivais internacionais, desde a Tailândia aos Estados Unidos, e já recebeu vários prémios. Yael Rasooly é uma jovem e encantadora performer, com uma interpretação notável e inteligente, que criou um espectáculo verdadeiramente inesquecível… A não perder!
Paper Cut
MUSEU DA MARIONETA
9 e 10 de Maio às 21h30 (Quarta e Quinta)
Criação e interpretação: Yael Rasooly Texto: Yael Rasooly, Lior Lerman Cenografia: Yaara Nirel, Lior Lerman Desenho de som: Binya Reches Desenho de luz: Adam Yakin Fotografias: Boaz Zippor Criado com o apoio de: Train Theater (Jerusalém), Rabinovich Foundation for the Arts Técnica: Teatro de objectos e papel Idioma: Inglês Duração: 50 min. Público-alvo: M/12
Inspirado no cinema americano e nas estrelas de Hollywood dos anos 40, este espectáculo a solo de Yael revela a obsessão e os perigos das fantasias românticas. A linguagem do cinema a preto e branco é transformada no universo “low-tech” do papel recortado e do teatro de objectos, criando uma tensão surreal, cheia de humor e suspense.
Uma secretária solitária fica no escritório, depois de todos terem ido para casa. Tenta escapar ao seu aborrecido dia-a-dia, trazendo à vida fotografias a preto e branco de velhas revistas de cinema. Perde-se no mundo dos sonhos, onde é uma glamorosa estrela de cinema dos anos 40, que fica com o seu amor verdadeiro no final do filme. Enquanto a história se desenvolve entre fantasia e realidade, o seu conto de fadas romântico transforma-se num pesadelo Hitchcockiano!
“Paper Cut” tem feito uma carreira assinalável pelos mais diversos festivais internacionais, desde a Tailândia aos Estados Unidos, e já recebeu vários prémios. Yael Rasooly é uma jovem e encantadora performer, com uma interpretação notável e inteligente, que criou um espectáculo verdadeiramente inesquecível… A não perder!
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Dans l’oeil du Judas
SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - Sala Principal
11 e 12 de Maio às 21h (Sexta e Sábado)
Encenação: Arnaud Vidal Actores-manipuladores: Stéphane Boireau, Laurent Cabrol, Elsa De Witte, Tamara Incekara, Cathy Chioetto Músicos: Natacha Muet, Arnaud Vidal Desenho de luz: Fabien Viviani, Jean-Louis Portail Desenho de som: Francis Lopez Direcção de cena: Damien Molon Música: Natacha Muet Cenografia: Arnaud Vidal, Stéphane Boireau, assistidos por Isabelle Bouvier, Gilles Raynaud, Laurent Cabrol, Elsa de Witte, Benoît Afnaïm, Achil Bras, Koik Marionetas: Steffie Bayer assistida por Tamara Incekara, Einat Landais, Anaïs Durin Figurinos: Elsa de Witte assistida por Laurette Picheret Fotografia: Vincent Muteau Co-produção: Théâtre du Rugissant - Ville de Graulhet - L’Athanor, SN d’Albi - L’Atelier 231, Centre National des Arts de la Rue - Théâtre Le Passage, Centre de création artistique de Fécamp - Tréteaux de France, CDN Técnica: Manipulação à vista Idioma: Francês e português Duração: 75 min. Público-alvo: M/10
Os mecanismos do racismo vistos à lupa pelo Théâtre du Rugissant em Dans l’oeil du Judas*!
O Théâtre du Rugissant concebeu uma incrível cenografia em forma de olho que coloca em palco um castelet de marionetas gigantesco, que revela o prédio onde cresceu Giacomo, um rapaz muito especial.
O velho Giacomo vai morrer. De noite, as figuras do passado vêm povoar a sua solidão e surgem as recordações. O drama que viveu em criança e que nunca deixou de atormentar a sua memória.
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Jean-Pierre Larroche
Les Ateliers du Spectacle França
Tête de Mort
MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL
12 de Maio às 21h30 (Sábado)
Concepção e encenação: Jean-Pierre Larroche e Frédéric Révérend Desenho de luz: Jean-Yves Courcoux Desenho de som: Catherine Pavet Actores-manipuladores: Juliette Belliard, Mickaël Chouquet, Jean-Pierre Larroche, Justine Macadoux Operação de som: Pierre Bernert Tradução: Marina Torres Administração: Sophie Bauer Comunicação: Charlène Chivard Fotografias: Anne-Marie Sagaire-Durst, David Schaffer, Fabien Legay, Marie-Odile, René Jacquemet Apoios: Festival Mondial des Théâtres de Marionnettes de Charleville-Mézières, Théâtre Massalia (Marselha), Théâtre de l’Espace - Scène Nationale de Besançon, Ministère de la Culture et de la Communication - Direction Régionale des Affaires Culturelles d’Ile-de-France, Fonds SACD Théâtre, Adami, Institut Français - Ministère des Affaires Étrangères et Européennes Agradecimentos: Anis Gras, Le Lieu de l’Autre, Théâtre du Soleil, Anne-Marie Sagaire-Durst, Annabelle Pirlot, David Schaffer, Aitor Sanz Juanes, Marion Gervais, Laurène Rousseaux, Clara Marchebout, Boris Lhomme, Christian Narcy (société Les Ateliers du spectacle à Aubervilliers) Técnica: Estilo mecano-construtivista, com marionetas de luva multi-dirigidas de dupla rotação micro pendular Público-alvo: M/10 Duração: 60 min. Idioma: Francês com legendagem em português
Um espectáculo para marionetas de luva, humanos e outras formas animadas, sob o tema da dança da morte.
Morrer no teatro é uma coisa difícil! Há poucas mortes de repertório que se deixam ver ao vivo, em cena. No caso das marionetas, pelo contrário, no seu castelet, elas e toda a família de objectos inanimados matam-se uns aos outros com incrível facilidade e renascem instantaneamente. Marionetas de luva e alguns pincéis dão corpo a uma nova Dança Macabra, como nas pinturas medievais, onde a Morte leva consigo todos e todas, sem distinção de classe social. Vamos rir e pensar com todos estes suicídios e assassínios de marionetas que tantas vezes gozam com o mundo e divertem quem está vivo.
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Costanza Givone Itália
Salomé perdeu a Luz
MUSEU DA MARIONETA
13 de Maio às 21h30 (Domingo)
Criação e interpretação: Costanza Givone Cenário e desenho de luz: Samuele Mariotti Montagem, operação de luz e som: Rui Alves Apoio à criação: João Vladimiro Fotografias: Luís Martins Apoios: Andaluga, Casa Rodrigues electricidade, CEM (Lisboa), Scuola di Mimo di Fiesole, Teatro Marionet (Coimbra), Teatro Everest (Firenze), Teatro “I Macelli” (Certaldo), ZdB/Negocio (Lisboa) Agradecimentos: Anna Filippi, Francesco Givone, Luana Gramegna, Mário Levis, Marta Furtado, Oscar Wilde, Pier Paolo Pasolini, Ricardo Vaz Trindade, Stefano Ciardi Técnica: Dança e objectos Idioma: Português e italiano Duração: Aprox. 45 min. Público-alvo: M/12
Um trabalho sobre a dificuldade de reconhecer a própria identidade, sobre o conflito entre ser e parecer, inspirado na obra “Salomé”, de Oscar Wilde, onde a protagonista não é nem femme fatale nem princesa, mas uma rapariga que poderíamos conhecer.
A água pinga, o ar sopra, não é interior nem exterior, é o esqueleto dum espaço, uma jovem mulher encontra-se consigo mesma. Um antigo jogo de xadrez revela-lhe a história de uma rapariga de barro: uma princesa de formas perfeitas chamada Salomé. Todos os homens que a viam apaixonavam-se de imediato pela sua misteriosa beleza, a mulher de barro encarnava o sonho de cada homem, a sua matéria moldável transformava-se segundo os desejos de quem encontrava. Cada um podia desenhar nela o objecto do seu desejo, cada um amava, não Salomé mas o sonho que nela esculpia, e assim, Salomé transformava-se para os outros e já não sabia quem era. Convencia-se de ser uma grande mulher, cheia de poder, sem se aperceber de que era só uma boneca de barro que as pessoas a seu redor usavam e manipulavam. Até que um dia viu a sua verdadeira imagem nos olhos do único homem que não a desejava, Giovanni Battista, o profeta. Aí viu o pedaço de barro que ela era e perdeu a cabeça….
Salomé perdeu a Luz
MUSEU DA MARIONETA
13 de Maio às 21h30 (Domingo)
Criação e interpretação: Costanza Givone Cenário e desenho de luz: Samuele Mariotti Montagem, operação de luz e som: Rui Alves Apoio à criação: João Vladimiro Fotografias: Luís Martins Apoios: Andaluga, Casa Rodrigues electricidade, CEM (Lisboa), Scuola di Mimo di Fiesole, Teatro Marionet (Coimbra), Teatro Everest (Firenze), Teatro “I Macelli” (Certaldo), ZdB/Negocio (Lisboa) Agradecimentos: Anna Filippi, Francesco Givone, Luana Gramegna, Mário Levis, Marta Furtado, Oscar Wilde, Pier Paolo Pasolini, Ricardo Vaz Trindade, Stefano Ciardi Técnica: Dança e objectos Idioma: Português e italiano Duração: Aprox. 45 min. Público-alvo: M/12
Um trabalho sobre a dificuldade de reconhecer a própria identidade, sobre o conflito entre ser e parecer, inspirado na obra “Salomé”, de Oscar Wilde, onde a protagonista não é nem femme fatale nem princesa, mas uma rapariga que poderíamos conhecer.
A água pinga, o ar sopra, não é interior nem exterior, é o esqueleto dum espaço, uma jovem mulher encontra-se consigo mesma. Um antigo jogo de xadrez revela-lhe a história de uma rapariga de barro: uma princesa de formas perfeitas chamada Salomé. Todos os homens que a viam apaixonavam-se de imediato pela sua misteriosa beleza, a mulher de barro encarnava o sonho de cada homem, a sua matéria moldável transformava-se segundo os desejos de quem encontrava. Cada um podia desenhar nela o objecto do seu desejo, cada um amava, não Salomé mas o sonho que nela esculpia, e assim, Salomé transformava-se para os outros e já não sabia quem era. Convencia-se de ser uma grande mulher, cheia de poder, sem se aperceber de que era só uma boneca de barro que as pessoas a seu redor usavam e manipulavam. Até que um dia viu a sua verdadeira imagem nos olhos do único homem que não a desejava, Giovanni Battista, o profeta. Aí viu o pedaço de barro que ela era e perdeu a cabeça….
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03 Espectáculos
Teatro de Ferro Portugal
Ciclo M 1 [marioneta um]: M 1.1 e M 1.2
MUSEU DA MARIONETA
17 de Maio às 21h30 (Quinta)
Ciclo M 1 [marioneta 1]
M 1 é uma forma abreviada para escrever Marioneta 1. Esta é uma designação que temos utilizado como referência ou anotação nas notas de encenação e outros registos manuscritos ou desenhados que nos acompanham nos ensaios.
M 1 é agora o nome da marioneta que irá protagonizar a solo estas duas criações.
CICLO M 1: M 1.1
Direcção e interpretação: Carla Veloso Música: Carlos Guedes Marionetas: Maria Jorge Vilaverde, Júlio Alves Fotografia de cena: Susana Neves Design gráfico: CATO Desenho de luz: Igor Gandra Operação de luz e som: Pedro Nabais Confecção do figurino da marioneta: Ana Maria Ferreira Co-produção: Festival Escrita na Paisagem Estrutura financiada por: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Técnica: Mista Idioma: Português Duração: Aprox. 20 min. Público-alvo: M/12
Uma peça curta: formato libertador e paradoxal. A brevidade do estar em cena quer libertar o discurso, ao mesmo tempo remete-nos para uma forma de olhar, um pensamento para a acção ainda mais essencial.
Partindo do ponto em que me encontro (uma condição subjectiva), propus-me indagar sobre a natureza dos elementos disponíveis – eu e o meu corpo, ele ou o outro, a marioneta e a matéria que a enforma. O sujeito e o objecto (con)fundem-se.
Mulher e (Mari)oneta. A manipulação cria o sentido para a acção. Maria e o Menino, pietà ou fêmea protectora da sua cria – animam-se mutuamente neste ciclo sempre incompleto da co-existência simbólica.
A música adensa, expande e multiplica o espectro espacio-temporal. A manipulação do tempo é também matéria determinante na produção de sentido.
- Carla Veloso
CICLO M 1: M 1.2
Direcção: Teja Reba e Loup Abramovici Interpretação: Igor Gandra Marionetas: Maria Jorge Vilaverde, Júlio Alves Fotografia de cena: Susana Neves Design gráfico: CATO Desenho de luz: Teja Reba e Loup Abramovici Operação de luz e som: Pedro Nabais Confecção do figurino da marioneta: Ana Maria Ferreira, Carlota Gandra Co-produção: Festival Escrita na Paisagem Estrutura financiada por: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Técnica: Mista Idioma: Português Duração: Aprox. 20 min. Público-alvo: M/12
Após o fim do espectáculo, a marioneta fica pousada numa cadeira, algures nos bastidores. Põe-se a sonhar com o teatro. Que sonho será esse?
As possibilidades da marioneta são também as suas limitações. Igor recorre à identificação, à manipulação, e por fim à dança. No final, o manipulador deve converter-se na própria marioneta, ou melhor ainda, tornar-se naquilo que a marioneta metaforicamente foi validando ao longo da peça - a sua mortalidade.
- Teja Reba e Loup Abramovici
Ciclo M 1 [marioneta um]: M 1.1 e M 1.2
MUSEU DA MARIONETA
17 de Maio às 21h30 (Quinta)
Ciclo M 1 [marioneta 1]
M 1 é uma forma abreviada para escrever Marioneta 1. Esta é uma designação que temos utilizado como referência ou anotação nas notas de encenação e outros registos manuscritos ou desenhados que nos acompanham nos ensaios.
M 1 é agora o nome da marioneta que irá protagonizar a solo estas duas criações.
CICLO M 1: M 1.1
Direcção e interpretação: Carla Veloso Música: Carlos Guedes Marionetas: Maria Jorge Vilaverde, Júlio Alves Fotografia de cena: Susana Neves Design gráfico: CATO Desenho de luz: Igor Gandra Operação de luz e som: Pedro Nabais Confecção do figurino da marioneta: Ana Maria Ferreira Co-produção: Festival Escrita na Paisagem Estrutura financiada por: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Técnica: Mista Idioma: Português Duração: Aprox. 20 min. Público-alvo: M/12
Uma peça curta: formato libertador e paradoxal. A brevidade do estar em cena quer libertar o discurso, ao mesmo tempo remete-nos para uma forma de olhar, um pensamento para a acção ainda mais essencial.
Partindo do ponto em que me encontro (uma condição subjectiva), propus-me indagar sobre a natureza dos elementos disponíveis – eu e o meu corpo, ele ou o outro, a marioneta e a matéria que a enforma. O sujeito e o objecto (con)fundem-se.
Mulher e (Mari)oneta. A manipulação cria o sentido para a acção. Maria e o Menino, pietà ou fêmea protectora da sua cria – animam-se mutuamente neste ciclo sempre incompleto da co-existência simbólica.
A música adensa, expande e multiplica o espectro espacio-temporal. A manipulação do tempo é também matéria determinante na produção de sentido.
- Carla Veloso
CICLO M 1: M 1.2
Direcção: Teja Reba e Loup Abramovici Interpretação: Igor Gandra Marionetas: Maria Jorge Vilaverde, Júlio Alves Fotografia de cena: Susana Neves Design gráfico: CATO Desenho de luz: Teja Reba e Loup Abramovici Operação de luz e som: Pedro Nabais Confecção do figurino da marioneta: Ana Maria Ferreira, Carlota Gandra Co-produção: Festival Escrita na Paisagem Estrutura financiada por: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Técnica: Mista Idioma: Português Duração: Aprox. 20 min. Público-alvo: M/12
Após o fim do espectáculo, a marioneta fica pousada numa cadeira, algures nos bastidores. Põe-se a sonhar com o teatro. Que sonho será esse?
As possibilidades da marioneta são também as suas limitações. Igor recorre à identificação, à manipulação, e por fim à dança. No final, o manipulador deve converter-se na própria marioneta, ou melhor ainda, tornar-se naquilo que a marioneta metaforicamente foi validando ao longo da peça - a sua mortalidade.
- Teja Reba e Loup Abramovici
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03 Espectáculos
Compañía Pèlmanec Espanha
Diagnóstico: Hamlet
TEATRO NACIONAL D. MARIA II - Sala Estúdio
18 e 19 de Maio às 21h15 (Sexta e Sábado)
Encenação: María Castillo Actor-manipulador: Miquel Gallardo Texto: Miquel Gallardo (inspirado na obra de Shakespeare) Desenho das marionetas: Aitor Herrero e Martí Doy Construção das marionetas: Martí Doy Cenografia: Xavier Erra Figurino: Rosa Soler Desenho de luz: Xavier Muñoz Desenho de som: Miquel Gallardo Vídeo: Marco Domenichetti Fotografias: Marta Vidanes Técnica: Manipulação à vista Idioma: Espanhol Duração: 70 min. Público-alvo: M/12
Quem quer ser Hamlet?
Poucos gostariam de trocar de vida com uma personagem de uma tragédia de Shakespeare. Geralmente não têm um fim invejável…
Max quer ser Hamlet. Quer que Shakespeare decida por ele, fale por ele, o liberte da sua dor e do seu medo, através das palavras de uma das suas personagens mais complexas e analisadas. Por isso, dia após dia, recria a ilusão da vida como um encenador, manipula e controla os seus pesadelos, como um marionetista. Mas o cérebro é perverso e enfrenta-nos mais tarde ou mais cedo com a grande verdade: a vida é incerteza.
Mas esta não é uma versão de Hamlet de Shakespeare, “estamos apenas com a personagem, as suas preocupações e o seu conflito interno”, como afirmou Miquel Gallardo e… com marionetas de tamanho humano e uma manipulação excelente.
Diagnóstico: Hamlet
TEATRO NACIONAL D. MARIA II - Sala Estúdio
18 e 19 de Maio às 21h15 (Sexta e Sábado)
Encenação: María Castillo Actor-manipulador: Miquel Gallardo Texto: Miquel Gallardo (inspirado na obra de Shakespeare) Desenho das marionetas: Aitor Herrero e Martí Doy Construção das marionetas: Martí Doy Cenografia: Xavier Erra Figurino: Rosa Soler Desenho de luz: Xavier Muñoz Desenho de som: Miquel Gallardo Vídeo: Marco Domenichetti Fotografias: Marta Vidanes Técnica: Manipulação à vista Idioma: Espanhol Duração: 70 min. Público-alvo: M/12
Quem quer ser Hamlet?
Poucos gostariam de trocar de vida com uma personagem de uma tragédia de Shakespeare. Geralmente não têm um fim invejável…
Max quer ser Hamlet. Quer que Shakespeare decida por ele, fale por ele, o liberte da sua dor e do seu medo, através das palavras de uma das suas personagens mais complexas e analisadas. Por isso, dia após dia, recria a ilusão da vida como um encenador, manipula e controla os seus pesadelos, como um marionetista. Mas o cérebro é perverso e enfrenta-nos mais tarde ou mais cedo com a grande verdade: a vida é incerteza.
Mas esta não é uma versão de Hamlet de Shakespeare, “estamos apenas com a personagem, as suas preocupações e o seu conflito interno”, como afirmou Miquel Gallardo e… com marionetas de tamanho humano e uma manipulação excelente.
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03 Espectáculos
Joan Baixas | Espanha
La Música Pintada
MUSEU DA MARIONETA
19 de Maio às 21h30 e 20 de Maio às 16h (Sábado e Domingo)
Criação e interpretação: Joan Baixas Fotografias: Jordi Bover Técnica: Pintura ao vivo, sombras e objectos Idioma: Espanhol Duração: Aprox. 60 min. Público-alvo: M/8
Um espectáculo de música e pintura para todos os públicos, concebido e interpretado por Joan Baixas. “Contos da minha Mãe Ganso”, de Maurice Ravel e “Pequena Suíte”, de Claude Debussy.
A música pintada, salpicada, ilustrada, manchada, riscada… uma sugestiva e agradável viagem pictórica e musical pelas memórias quentes da infância: as brincadeiras e os jogos de Verão, as festas populares, as histórias da avó, “A Bela Adormecida”, “O Polegarzinho”, “A Bela e o Monstro”…
Os impressionistas ao brincarem com os efeitos de luz e de cor tentavam expressar as sensações que a vida nos oferece: paisagens, momentos, pessoas, criando uma atmosfera mágica e sensual que impulsionou a linguagem artística do século XIX até chegar à estética radical do século XX.
La Música Pintada
MUSEU DA MARIONETA
19 de Maio às 21h30 e 20 de Maio às 16h (Sábado e Domingo)
Criação e interpretação: Joan Baixas Fotografias: Jordi Bover Técnica: Pintura ao vivo, sombras e objectos Idioma: Espanhol Duração: Aprox. 60 min. Público-alvo: M/8
Um espectáculo de música e pintura para todos os públicos, concebido e interpretado por Joan Baixas. “Contos da minha Mãe Ganso”, de Maurice Ravel e “Pequena Suíte”, de Claude Debussy.
A música pintada, salpicada, ilustrada, manchada, riscada… uma sugestiva e agradável viagem pictórica e musical pelas memórias quentes da infância: as brincadeiras e os jogos de Verão, as festas populares, as histórias da avó, “A Bela Adormecida”, “O Polegarzinho”, “A Bela e o Monstro”…
Os impressionistas ao brincarem com os efeitos de luz e de cor tentavam expressar as sensações que a vida nos oferece: paisagens, momentos, pessoas, criando uma atmosfera mágica e sensual que impulsionou a linguagem artística do século XIX até chegar à estética radical do século XX.
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